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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Grupo da APAE é destaque no Baile do Vinho e do Queijo

Grupo da APAE é destaque no Baile do Vinho e do Queijo
15/08/2012
Grupo de dança composto por alunos da APAE emocionou e foi aplaudido de pé pelo público, que compareceu ao Baile do Vinho e do Queijo, no último sábado no GESB. Detalhes na coluna Persona de Antão Sampaio.
 
Jornal Bons Ventos

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Projeto libera quem trabalha na rua quando umidade cair abaixo de 20%


A Câmara analisa o Projeto de Lei 3501/12, do deputado Eliene Lima (PSD-MT), que dispensa do trabalho, do meio-dia às 16 horas, empregados que realizem atividades a céu aberto quando a umidade relativa do ar registrar índice inferior a 20%. A proposta acrescenta a regra à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43).

Segundo o autor, o objetivo da medida é preservar a saúde do trabalhador. O deputado lembra que, em casos de umidade abaixo de 30%, os serviços locais de vigilância em saúde e de defesa civil costumam sugerir estado de alerta e recomendam medidas para proteger a saúde da população, como a suspensão de atividades ao ar livre ou com exposição ao sol entre o final da manhã e o início da tarde, período em que a umidade do ar fica mais baixa.

"Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o índice de umidade do ar ficar abaixo dos 30%, o quadro já é considerado preocupante, pois o nível ideal vai de 60 a 80%", diz Eliene Lima.

"Se a umidade relativa do ar ficar abaixo de 20%, a situação é considerada de emergência e recomenda-se não praticar nenhum tipo de atividade física. Os colégios costumam suspender as atividades escolares, mas não se vê esse tipo de preocupação com a saúde dos trabalhadores."

O deputado lembra que períodos prolongados de estiagem também interferem na concentração de poluentes, condição que pode causar desidratação, problemas oftalmológicos, respiratórios e cardiovasculares.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

IPI menor para carros novos derruba preço e vendas de usados, diz setor

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros novos provocou queda no preço dos veículos usados e retração no mercado. De acordo com a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), o preço dos carros usados tem como referência o valor do veículo novo.

Com o IPI menor para os novos, houve uma desvalorização de 10% a 15% no preço dos usados, conforme a entidade. "Em maio, os estoques estavam lotados de carros comprados por um preço superior. Isso prejudicou os comerciantes, pois tiveram que vender por um valor mais baixo", explica Ilídio Gonçalves dos Santos, presidente da Fenauto.


Cerca de 4,5 mil lojas de seminovos fecharam as portas em todo o país entre março e julho, segundo a Fenauto. De janeiro a maio, a redução nas vendas de usados chegou a 12,1%, na comparação com o mesmo período do ano passado. "Ainda vamos fazer o levantamento de maio a agosto, mas certamente a situação se agravou", estima Santos.


Além do imposto menor, os revendedores avaliam que a restrição de crédito, provocada pela inadimplência, também contribuiu para a queda nas vendas. "De cada dez fichas para financiamento, cerca de sete são negadas. A exigência dos bancos aumentou", argumenta.


Abílio Tastaldi, dono de uma loja de usados, conta que quem pretendia vender o carro usado para trocar por um zero, para aproveitar a redução do IPI, acabou ficando decepcionado. "As pessoas não queriam aceitar que o valor do carro tinha caído. Isso prejudicou as trocas. Se um carro valia R$ 18 mil, passamos a oferecer de R$14 a R$15 mil", conta.


Para o consumidor que deseja comprar um carro usado, a situação é mais vantajosa, na opinião do comerciante Marlon Eden, que procura um seminovo há cerca de um mês. "Percebo que o mercado está parado e desesperado para se livrar do estoque. No caso de um carro zero, é muito grande [queda do valor de revenda]. Em compensação, o preço que eu pagar agora no usado, não deve desvalorizar muito depois."


André Amorim, gerente de uma revenda de multimarcas de usados, aposta em uma recuperação dos preços com o fim da redução do IPI, previsto para o final deste mês. "Já estamos sentindo uma retomada das vendas nos últimos 15, 20 dias. Voltou a demanda, mas os preços ainda estão baixos", explica.


Para o presidente da Fenauto, ainda não é possível prever os rumos do mercado de usados nos próximos meses. A federação apresentou ao Ministério da Fazenda propostas para impulsionar o setor de seminovos, como a retirada do Imposto sobre Operações de Crédito (IOF) por seis meses e linhas de financiamento para capital de giro.


Litoral Mania

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Estudo aponta participação de caminhões em 23% dos acidentes com mortes no Estado



Um estudo realizado pelo Detran/RS sobre os acidentes com caminhões no Estado, disponibilizado no site da autarquia, apontou que os caminhões e os caminhões-tratores estão envolvidos em 23% dos acidentes com mortes no Rio Grande do Sul. Os veículos, no entanto, representam apenas 5% da frota gaúcha. Isso significa que a participação percentual dos caminhões nos acidentes com vítimas fatais é mais de quatro vezes seu peso percentual na frota em circulação.




Do total de 8.665 acidentes que ocorreram entre 2007 e 2011 nas ruas e estradas gaúchas, 2.017 tiveram participação de pelo menos um caminhão. Os acidentes com pelo menos um caminhão envolveram 4.467 veículos, sendo 2.220 (50%) caminhões, 754 (17%) automóveis, 509 (11%) motos e 613 (14%) reboques. Bicicletas, com 148 (3%), e caminhonetes, com 154 (3%), completam os índices. O estudo utiliza a nova metodologia utilizada pela Autarquia, que contabiliza os óbitos até 30 dias após o acidente. O número de vítimas fatais nesses mais de 2 mil acidentes chega a 2.408 (25% do total de 9.708 vítimas) no período.



O diretor técnico do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski, avalia as novas regras como positivas, mas considera que adequações são necessárias, "como a criação de pontos de descanso, a intensificação da municipalização do trânsito, permitindo uma fiscalização mais efetiva, e também a aprovação no Senado do Estatuto dos Motoristas". Do total de 12.171 veículos envolvidos em acidentes com morte (excluindo-se bicicletas, carroças e veículos sem registro), 18% eram caminhões ou caminhões-tratores. Das 1.255 placas identificadas, 87% são de veículos com placas do Rio Grande do Sul.

ler na íntegra em Litoral Mania