quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Futebol rasteja no DF e políticos invadem eleição para Federação
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
A mil dias da Copa de 2014, maioria das obras não começou
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
A beirada do ano 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Os craques pifaram
Afirmo e reafirmo: a culpa é da mídia.
Ela hiperdimensiona.
Kaká, Messi, Cristiano Ronaldo e Rooney não são muito melhores do que Felipe Melo.
São apenas um pouco melhores.
Nesta Copa, o inglês jogou tanto quanto Gustavo Papa no Inter.
Messi ficou longe de ser o messias.
Cristiano esteve mais para Ronaldo depois do sucesso.
Kaká só surgiu para riso na internet: kakakakaka.
Basta um chapéu para que a mídia já invente um extraterrestre.
É o hiper-realismo do futebol.
Um jogador não passa a ser o melhor por ter sido escolhido o melhor do mundo, mas, por ter sido o melhor do mundo, vira para sempre o melhor.
O melhor do mundo é o melhor de um ano.
Uma escolha que envolve alguns elementos objetivos e uma infinidade de circunstâncias.
O hiper-real é aquilo que se torna mais real do que o real.
Por ter feito mais gols, um jogador pode ser eleito melhor de um ano, melhor do mundo.
Por ter sido melhor do mundo, ele se torna um extraclasse, um fenômeno, um craque.
Mas os craques de hoje estão apenas um dedo acima dos medianos.
Daí as decepções.
Espera-se que eles façam magias.
Eles só fazem, quando fazem, um pouco mais do que a média.
A mídia sabe que sonhamos com o extraordinário.
Dado que ele não existe, ela o inventa.
Quer dizer, acelera.
É um efeito.
A gente acredita.
Afinal, queremos ilusão.
A mídia cobra dos jogadores aquilo que eles não prometeram, mas que ela lhes atribuiu.
Faz bem, pois os salários decorrentes da hipervalorização eles aceitam.
Craques ainda existem?
Talvez.
Vi muito poucos.
JUREMIR MACHADO DA SILVA - http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir%20Machado%20da%20Silva
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Tailandês se suicida após briga familiar por causa da Copa
Um homem de 28 anos se suicidou na Tailândia porque seu pai lhe repreendeu por passar muito tempo acompanhando a Copa do Mundo da África do Sul em vez de ajudar a família nos campos de arroz, informou nesta sexta-feira a imprensa local.
Tudo começou na noite do último domingo, quando o pai de Dechatorn Karawon o recriminou por passar as noites vendo jogos da Copa (algumas partidas ocorrem na madrugada no país asiático), e por isso não participar com a família das tarefas do campo de manhã, segundo explicou à polícia sua irmã mais velha, Kittitara Karawong.
Magoado com as críticas, o jovem ingeriu um herbicida, sofrendo graves danos internos. Internado em um hospital da província de Ubon Ratchathani, no nordeste da Tailândia, com fortes dores no estômago, ele morreu poucas horas depois.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A copa do Mundo acabou para a Itália
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O "Caso Morumbi", a política e o dinheiro
Direto de Johannesburgo
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse por mais de uma vez que a Copa 2014, no Brasil, não teria estádios construídos com dinheiro público.
Na quarta-feira, 16, em dobradinha com a FIFA de Joseph Blatter e Jérôme Valcke, Teixeira sepultou o Morumbi como o estádio de São Paulo para a Copa 2014.
As alternativas passam a ser: ou São Paulo não faz a abertura, ou Pirituba, sonho do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, é uma aposta. (Mas há outra, como veremos abaixo.)
Kassab jura de pés juntos que Pirituba, um complexo de R$ 6 bilhões com hotéis, Centro de Convenção e estádio, não é para 2014. Seria para a EXPO 2020. E que não terá dinheiro público.
Nos bastidores, São Paulo, quem tem poder em São Paulo, murmura que a tese correta seria a do triunvirato: Ricardo Teixeira, com a simpatia da FIFA, estaria pensando num estádio em Guarulhos, tendo a secundá-lo o multi-empresário J. Hawilla e, ao fundo, o herdeiro do tal estádio: o Corinthians, de Andrés Sanchez, aliado de Teixeira e chefe da delegação do Brasil na Copa.
Todos, notem bem, todos envolvidos e citados juram que não querem nem ouvir falar, que não haverá, exatamente aquilo que todos sabemos que todos querem e que haverá: dinheiro público, do contribuinte.
Pode até haver, deveria já estar sendo debatido às claras se seria aceitável ou não, de repente é uma decisão consensual, mas é curioso que todos os envolvidos neguem exatamente o que mais desejam: dinheiro público.
Leia na íntegra - Fonte: Terra
http://blogdobobfernandes.blog.terra.com.br/2010/06/17/o-“caso-morumbi”-a-politica-e-o-dinheiro/
quarta-feira, 9 de junho de 2010
A copa no Brasil vai ser bancada com dinheiro público
A Copa do Mundo de 2014, no Brasil, vai ser bancada com dinheiro público. Ainda que tenha se referido a financiamentos via BNDES, foi o que deixou claro o presidente Lula em entrevista que vai ao ar nesta quarta-feira (9) às 22 horas na ESPN Brasil.
Na conversa com a jornalista Adriana Saldanha, disse o presidente:
- O Governo Federal, através do BNDES, se dispôs a criar uma linha de financiamento em que nós emprestamos o dinheiro ao governo do estado, se o estádio for público, ou emprestamos à empresa que for dona do estádio, ou seja, não é dinheiro público, é um financiamento (…) os governadores tomarão dinheiro emprestado e terão que pagar…
O presidente, como se sabe, é um craque na política e no uso da palavra, mas nem tanto conseguirá esconder o que está embutido na frase acima. Vejamos.
Apenas três são os estádios privados: o do São Paulo, o do Internacional e o do Atlético Paranaense. Os governadores de 9 estados garantirão os financiamentos no BNDES, banco que tem uma linha de R$ 3,5 bilhões para os estádios.
A pergunta é: o dinheiro será dos estados, de cada um dos 9 estados, ou é dinheiro privado?
Bob Fernandes
Leia na íntegra
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Mais críticas à Jabulani, a bola da Copa do Mundo
Atacante diz que criador da bola nunca jogou futebol e que os goleiros serão os mais prejudicados durante a disputa da Copa do Mundo
(Foto: Thiago Correia / Globoesporte.com)
Adjetivos não faltam para a Jabulani, bola oficial da Copa do Mundo da África do Sul. Nos últimos dias, a pelota já foi classificada como sobrenatural, jaburu, de supermercado, horrorosa e patricinha. Nesta terça-feira, na coletiva de imprensa da seleção brasileira, ela foi alvo do atacante Robinho.
- A bola é ruim, mas vamos ter que jogar com ela. O cara que fez a bola nunca jogou futebol - criticou o "Rei das Pedaladas".
Para Robinho, os goleiros vão sofrer mais do que os atacantes com a bola do Mundial.
- Talvez seja mais difícil para os goleiros. O Júlio César, coitado. Até eu que não tenho muita força no chute estou parecendo o Roberto Carlos - brincou o jogador, com a força das finalizações do lateral-esquerdo do Corinthians.
Nos últimos dias, a bola já foi criticada por Julio César, Luís Fabiano e Felipe Melo, da seleção brasileira, e pelos goleiros Iker Casillas, da Espanha, Cláudio Bravo, do Chile e Buffon, da Itália. No entanto, apesar de tantas reclamações, a Adidas, fabricante da Jabulani, informou que não há nenhuma chance de mudança.
- Não há planos para trocar a Jabulani por outra bola. Ela passou por provas rigorosas da Fifa, foi testada com grandes jogadores de ligas importantes da Europa e a resposta que recebemos foi bastante positiva. Se você olhar as Copas de 2002 e 2006 verá que reclamações sobre a bola antes do início do Mundial não são novas. Temos certeza sobre a qualidade da Jabulani. Ela é a bola aprovada pela Fifa e será usada na Copa - disse Zobuzee Ngobese, gerente da empresa na África do Sul.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Cruzeiro e São Paulo iniciam disputa brasileira por vaga na semi da Libertadores
A torcida cruzeirense, animada, aposta suas fichas em craques como o goleiro Fábio, o meia Gilberto, que defenderá a seleção brasileira na Copa do Mundo, e os atacantes Thiago Ribeiro e Kléber, que enfrentarão suas ex-equipes. Do lado tricolor, destaques para o goleiro e capitão Rogério Ceni, o zagueiro Alex Silva, o volante Hernanes e o atacante Fernandão que, após uma longa novela, finalmente fará sua estreia com a camisa do time do Morumbi.
No ano passado, o Cruzeiro não deu chance para o rival. Venceu no Mineirão por 2 a 1, depois fez 2 a 0 no Morumbi, e seguiu adiante na competição. O resultado colocou o rival paulista em crise e provocou a demissão do então técnico Muricy Ramalho, que foi substituído por Ricardo Gomes.
Como no ano passado, o público será muito grande. Até o fechamento da venda antecipada dessa terça-feira, 31.003 ingressos já haviam sido vendidos. Com os 17 mil sócios do futebol, que têm direito de comparecer ao estádio, mais de 48 mil pessoas estão garantidas no Mineirão. As informações são do site Globoesporte.com.
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Logotipo novo da cerveja SKOL. Vetorizado em corel. Quem quiser é só me pedir por e-mail: essosilveira@gmail.com