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terça-feira, 6 de julho de 2010

Os craques pifaram

Afirmo e reafirmo: a culpa é da mídia.

Ela hiperdimensiona.
Kaká, Messi, Cristiano Ronaldo e Rooney não são muito melhores do que Felipe Melo.
São apenas um pouco melhores.
Nesta Copa, o inglês jogou tanto quanto Gustavo Papa no Inter.
Messi ficou longe de ser o messias.
Cristiano esteve mais para Ronaldo depois do sucesso.
Kaká só surgiu para riso na internet: kakakakaka.
Basta um chapéu para que a mídia já invente um extraterrestre.
É o hiper-realismo do futebol.
Um jogador não passa a ser o melhor por ter sido escolhido o melhor do mundo, mas, por ter sido o melhor do mundo, vira para sempre o melhor.
O melhor do mundo é o melhor de um ano.
Uma escolha que envolve alguns elementos objetivos e uma infinidade de circunstâncias.
O hiper-real é aquilo que se torna mais real do que o real.
Por ter feito mais gols, um jogador pode ser eleito melhor de um ano, melhor do mundo.
Por ter sido melhor do mundo, ele se torna um extraclasse, um fenômeno, um craque.
Mas os craques de hoje estão apenas um dedo acima dos medianos.
Daí as decepções.
Espera-se que eles façam magias.
Eles só fazem, quando fazem, um pouco mais do que a média.
A mídia sabe que sonhamos com o extraordinário.
Dado que ele não existe, ela o inventa.
Quer dizer, acelera.
É um efeito.
A gente acredita.
Afinal, queremos ilusão.
A mídia cobra dos jogadores aquilo que eles não prometeram, mas que ela lhes atribuiu.
Faz bem, pois os salários decorrentes da hipervalorização eles aceitam.
Craques ainda existem?
Talvez.
Vi muito poucos.

JUREMIR MACHADO DA SILVA - http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir%20Machado%20da%20Silva

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Começou o BBB 10


Bem pessoal, começou mais um Big Brother Brasil. Ora, por que estou escrevendo isso? Bem, primeiramente é o assunto que se reinicia na internet, no Terra, UOL e outros portais. Fiquei cerca de meia hora nos comentários sobre o BBB e é incrível o que as pessoas escrevem. Como alguns dizem: "Se criticam tanto o BBB, por que estão assistindo?", ou "Quem assisti a esse lixo é idiota". E outras coisas mais que seriam impublicáveis no momento. Trata-se de uma mania nacional. Ou internacional também creio eu. Ali são reunidas 17 pessoas de vários tipos, agora se enfocou muito sobre o homossexualismo, se é que isso deve dar audiência, pois a vasta população brasileira assisti todos os dias. Brigas, complôs, ciúmes, jogo, fofoca, sentimentos, ódio, insanidade, luxúria, conotações sexuais, enfim um monte de adjetivos que fazem deste programa amado e odiado. Quanto ao que é visto ali, se é culturalmente certo ou não, acho que acrescenta muito pouco. Apenas assistindo é que se tem noção do tamanho da polêmica que se faz em torno deste programa.
Quem gosta de ver, veja. Quem não gosta, muda de canal. Quem odeia...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pattu personagem


Pattu é um pato estranho para mim. Acabei de criá-lo. Vamos ver se engrena este personagem simpático que desenhei primeiro no corel, traços rápidos. Ele lembra aquelas figuras do século passado dos Estados Unidos, que portavam um chapéu esquisito com uma fivela no meio. Tem olhos azuis e ainda não tem corpo. Aos poucos vou aprimorando-o. Ainda não sei que personalidade ele terá.

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