quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Vereadores e as diárias
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O "Caso Morumbi", a política e o dinheiro
Direto de Johannesburgo
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse por mais de uma vez que a Copa 2014, no Brasil, não teria estádios construídos com dinheiro público.
Na quarta-feira, 16, em dobradinha com a FIFA de Joseph Blatter e Jérôme Valcke, Teixeira sepultou o Morumbi como o estádio de São Paulo para a Copa 2014.
As alternativas passam a ser: ou São Paulo não faz a abertura, ou Pirituba, sonho do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, é uma aposta. (Mas há outra, como veremos abaixo.)
Kassab jura de pés juntos que Pirituba, um complexo de R$ 6 bilhões com hotéis, Centro de Convenção e estádio, não é para 2014. Seria para a EXPO 2020. E que não terá dinheiro público.
Nos bastidores, São Paulo, quem tem poder em São Paulo, murmura que a tese correta seria a do triunvirato: Ricardo Teixeira, com a simpatia da FIFA, estaria pensando num estádio em Guarulhos, tendo a secundá-lo o multi-empresário J. Hawilla e, ao fundo, o herdeiro do tal estádio: o Corinthians, de Andrés Sanchez, aliado de Teixeira e chefe da delegação do Brasil na Copa.
Todos, notem bem, todos envolvidos e citados juram que não querem nem ouvir falar, que não haverá, exatamente aquilo que todos sabemos que todos querem e que haverá: dinheiro público, do contribuinte.
Pode até haver, deveria já estar sendo debatido às claras se seria aceitável ou não, de repente é uma decisão consensual, mas é curioso que todos os envolvidos neguem exatamente o que mais desejam: dinheiro público.
Leia na íntegra - Fonte: Terra
http://blogdobobfernandes.blog.terra.com.br/2010/06/17/o-“caso-morumbi”-a-politica-e-o-dinheiro/
quarta-feira, 9 de junho de 2010
A copa no Brasil vai ser bancada com dinheiro público
A Copa do Mundo de 2014, no Brasil, vai ser bancada com dinheiro público. Ainda que tenha se referido a financiamentos via BNDES, foi o que deixou claro o presidente Lula em entrevista que vai ao ar nesta quarta-feira (9) às 22 horas na ESPN Brasil.
Na conversa com a jornalista Adriana Saldanha, disse o presidente:
- O Governo Federal, através do BNDES, se dispôs a criar uma linha de financiamento em que nós emprestamos o dinheiro ao governo do estado, se o estádio for público, ou emprestamos à empresa que for dona do estádio, ou seja, não é dinheiro público, é um financiamento (…) os governadores tomarão dinheiro emprestado e terão que pagar…
O presidente, como se sabe, é um craque na política e no uso da palavra, mas nem tanto conseguirá esconder o que está embutido na frase acima. Vejamos.
Apenas três são os estádios privados: o do São Paulo, o do Internacional e o do Atlético Paranaense. Os governadores de 9 estados garantirão os financiamentos no BNDES, banco que tem uma linha de R$ 3,5 bilhões para os estádios.
A pergunta é: o dinheiro será dos estados, de cada um dos 9 estados, ou é dinheiro privado?
Bob Fernandes
Leia na íntegra
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Os Espaços Sociais - Jorge Fernandes
Nada como lembrar o saudoso geógrafo Miltom Santos para compreender as consequências das alterações geográficas sofridas pela cidade nos últimos anos. Ao mesmo tempo em que a cidade vive uma "explosão", um grande surto de crescimento da construção civil, ocorre "considerável violência" contra a sociedade que utiliza os espaços urbanos.
Desta maneira, a aglomeração insuportável de automóveis em ruas estreitas, a frequente deterioração das vias de trânsito, corroídas anualmente pelas chuvas e pelo tráfego agora mais intenso, a ausência de espaços públicos decentes de convivência, de integração, de espaços culturais, tudo isso é resultado das grandes dificuldades em conciliar o (grande) crescimento econômico com a respectiva melhoria de qualidade de vida. A bem da verdade, Capão da Canoa cresce para onde? Para quem?
Além disso, no bairro Santa Luzia (a antiga Tiguera), raríssimos são os espaços sociais de convivência (parques praças, etc), e o mesmo ocorre no bairro São Jorge, Zona nova, Novo Horizonte, na Praia do Araçá, Arco Íris, etc, etc, etc...
A bem da verdade, não há uma solução única, uma "fórmula mágica" . Urge que os setores representativos da cidade (políticos, econômicos, instituições,agremiações,etc) reiniciem um planejamento dos espaços urbanos de Capão da Canoa, senão, o caos que ora se inicia tornar-se-á impossível de administrar no futuro.
Jorge Fernandes
jorgefernandes99@hotmail.com
www.litoralmania
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Logotipo novo da cerveja SKOL. Vetorizado em corel. Quem quiser é só me pedir por e-mail: essosilveira@gmail.com